Arquivo | Fevereiro, 2010

CARNAVAL -X SALVAÇÃO

24 Fev

Eu já ouvi falar que no carnaval o diabo fica solto. Até achavamos e até diziamos, mas quando Cristo nos mostrou que temos poder para mudar isso. Nos levantamos e pudemos ver que o diabo fica solto por que nós os crentes em Jesus deixamos. Entregamos a cidade para satanás e vamos acampar. Quando voltamos descançados dos nossos acampamentos , ouvimos as más noticias.

Mas este ano em Marília foi diferente, ao invés de acampar fomos evangelizar. Jovens e adolescentes , prepararam-se e foram para s ruas.
Com um grupo de pagode “Levita Samba”, dança “Shamah”, teatro “meta” e uma galera muito louca por Jesus.

E os resultados foram surpreendentes, vidas salvas, pessoas que desistiram de desfilar depois do evangelismo, garotos que iam tirar a vida e receberam Jesus… e muitos, muitos testemunhos.

Vale muito a pena ouvir Deus.

Galera da 3ª , Valeu. Tenho certeza que no céu ouve uma festa bem maior e melhor que o carnaval. FesTa de alegria por que vidas se renderam através da sua obediencia ao Ide do Senhor.

E voce que viajou ou ficou em casa assistindo o diabo de mascara, se levante no proxímo ano para interceder e evangelizar. O MUNDO SERÁ ALCANÇADO, QUANDO UMA GERAÇÃO QUE AMA AO SENHOR SE LEVANTAR COM OUSADIA.

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Conheça o evangélico fundador da ‘To Write Love on Her Arms’ e sua luta pelos jovens e contra os suicídios

24 Fev

Saiba como vive o ex-surfista que se tornou o guru espiritual dos adolescentes deprimidos dos Estados Unidos
Só passa um pouco do meio-dia em Atlanta, onde o festival Warped Tour está a todo vapor. Jamie Tworkowski já abraçou 79 pessoas, posou para 56 fotos, deu 42 autógrafos, enxugou as lágrimas de 13 meninas (e de dois meninos adolescentes) e ouviu as palavras “Você salvou a minha vida” pelo menos uma dúzia de vezes. Ele viu frases de sua autoria tatuadas em peitos e pernas, segurou a mão de uma mulher enquanto ela chorava pelo filho morto e compartilhou sua raspadinha de cereja com um desconhecido que afirma querer ser igualzinho a ele. Tworkowski, um surfista de 29 anos que largou a faculdade, transformou-se em uma espécie de guru para toda uma geração de adolescentes perturbados, como mentor de um movimento acidental – isso se você acreditar em acidentes, o que não é o caso de Jamie.
A mensagem de salvador dele não tem assim nada de novo – toca na sensibilidade, traz um toque de cristianismo, vem misturada com empatia poderosíssima -, mas a maneira como é transmitida é radicalmente diferente da ideia melosa de sentir a dor do outro, tão comum com os adeptos da autoajuda. Ele é tão sincero que chega a desarmar, tem aquela beleza típica de surfista e tão genuíno que consegue transformar o anarquista mais preconceituoso e incrédulo em um suplicante chorão.

A organização que ele fundou há três anos, To Write Love on Her Arms (TWLOHA – “para escrever amor nos braços dela”) já se gaba de ter a maior audiência entre as ONGs presentes no MySpace, com uma enxurrada de mais de 100 mil mensagens – muitas delas, cartas de suicidas – de garotos e garotas em mais de 100 países. Se você é uma pessoa solitária com pensamentos violentos ou uma menina gótica que gosta de passar uma gilete pelo braço, é bem provável que os terapeutas e conselheiros que já conversaram com você pareçam só falar besteira. Tworkowski é a única pessoa que vai conseguir dizer alguma coisa que vai fazer diferença – usando o Twitter ou o Facebook ou em um show de rock, ou, se você tiver sorte, com um gesto mais antiquado: um abraço.
“Minha ideia nunca foi abrir uma instituição de caridade”, Jamie diz, enquanto bebe água em um intervalo nos autógrafos na tenda da TWLOHA no Warped Tour. “Nem dar início a um movimento. Mas todos nós nos identificamos com a dor. Em um nível simples, o que dizemos é o seguinte: ‘Isto faz parte do fato de sermos humanos’.”
Quando sobe ao palco, ele parece humilde, tímido, quase retraído. Veste jeans ou short e camisetas de bandas. A cadência dele se parece com a da poesia falada: entrecortada, abafada, hipnótica. Ele é absurdamente bonito – 1,90 metro, olhos pequenos e fundos, lábios carnudos e um ar de androginia nada ameaçador. Na tenda, um fluxo contínuo de meninas e um punhado de meninos fazem fila, à espera de sua vez de desfrutar da companhia de Jamie. Eles saltitam e se agitam, soltam gritinhos de ansiedade. Uma menina de biquíni se inclina para a frente com o peito arrebitado. “Você dá autógrafo em seios?”, ela pergunta a ele.
Jamie não se deixa levar por tanta atenção. “Na verdade, o negócio não é comigo”, ele diz, enquanto assina o braço da menina. “A garotada só me associa a uma coisa que tem alguma importância para eles. Se você pensar no que está em jogo, é compreensível o fato de as pessoas reagirem como reagem. Parte do que fazemos é acreditar que a nossa história pode ter um final mais feliz.”
Fonte: Rolling Stone
Postado por: Redação Ogalileo

Joana Prado e Valéria Valença fora dos carnavais

24 Fev

Nomes como Susana Alves, Joana Prado, Monique Evans, Valéria Valença já foram referências no Carnaval no Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje elas não querem saber mais desta vida e vivem um novo tempo espiritual em suas vidas.

Valéria Valença
Com 38 anos e mãe de dois filhos, saía todo ano na vinheta da emissora Rede Globo com apenas tinta e purpurina no corpo, mas foi despedida em 2005. A partir disso passou por um momento difícil na vida e caiu em profunda depressão. Buscou auxílio na Igreja Universal do Reino de Deus. “Conhecia Deus superficialmente, porque minha mãe era espírita e meu pai budista, mas depois que eu fui ao encontro de um grupo de funcionários evangélicos da Globo aconteceu o meu encontro com Deus”. Valença relata que não sente saudade do carnaval e que tudo aquilo é uma festa da carne, do mundo e que as pessoas pecam estando no meio.

Joana Prado
A ex-“Feiticeira” prefere nem falar quando o assunto é passado. Joana já participou de carnavais na Bahia em camarotes famosos e parou a avenida pela Salgueiro em 2000. Mas agora, com cinco anos de conversão e sobre a graça de Deus na Igreja Bola de Neve, não quer mais relembrar os velhos tempos de dançarina e diz que há muitas outras coisas bonitas para falar. Joana é casada com o lutador de vale-tudo Vítor Belfor, mãe de três filhos e uma autêntica dona de casa e mãe coruja.

Monique Evans
Membro da Igreja Sara Nossa Terra resolveu ficar afastada do carnaval. Mas no ano passado, 2009, a ex-jurada do “Programa do Chacrinha” desfilou na Sapucaí pela escola Acadêmicos do Grande Rio, 12 anos após o seu último desfile, em 1997. Monique que desfila desde 1985, já desfilou pela Estácio de Sá, Ilha do Governador, São Clemente e Mocidade.

Mônica Paulo
Além de Monique, a “Vovózuda” como é conhecida a ex-modelo Mônica Paulo, por ter sido vovó aos 33 anos, também abandonou as avenidas para freqüentar a Sara Nossa Terra. Segundo a ex-modelo, havia um vazio dentro dela e que foi preenchido por Jesus.

Susana Alves
Dançarina que ganhou fama no papel de “Tiazinha”, já passou pela Gaviões da Fiel, Tradição e outras escolas do grupo de acesso. Atualmente Susana Alves se dedica a vida de atriz e tem um compromisso com a igreja onde freqüenta.

Regina de Oliveira Soares
Conhecida como Regininha Poltergeist, 38 anos, a atriz que no passado saiu na capa de 11 revistas masculinas, atuou em três filmes pornográficos nos anos 80 e fez muita folia, também mudou de vida. Hoje trabalha em uma loja de eletroeletrônicos na zona Sul do Rio de Janeiro e é evangélica da Igreja Bola de Neve da Barra (RJ). Regina se converteu após passar por uma crise de depressão e buscou a Deus para que a libertasse. “Prometi a Deus que se me recuperasse me converteria e seria evangelizadora. Arrependo-me muito dos filmes que fiz”, disse a ex-“Poltergeist”.

Fonte: CREIO.COM.BR – http://www.creio.com.br

LIDANDO COM O PECADO

13 Fev

Tipo…O que acontece co

GERAÇÃO Z

13 Fev

Características e perspectivas de uma juventude que conhece a internet desde a infância.
Há certa resistência entre alguns estudiosos em usar termos muito fechados para definir povos, regiões ou gerações. Argumentam que definições simplificam os problemas e que toda simplificação tende a superficializar o debate. Outra corrente defende que, ainda que possam simplificar o debate, as definições têm o mérito de orientar as discussões. Fiquemos com a segunda opção. Até pouco tempo atrás, livros e filmes ainda falavam da Geração X, aquela que substituiu os yuppies dos anos 80. Essa turma preferia o bermudão e a camisa de flanela à gravata colorida e ao relógio Rolex, ícones de seus antecessores. Isso foi no início dos anos 90. Recentemente, o mercado publicitário saudou a maioridade da Geração Y, formada pelos jovens nascidos do meio para o fim da década de 70, que assistiram à revolução tecnológica. Ao contrário de seus antecessores slackers – algo como “largadões”, em inglês –, os adolescentes da metade dos anos 90 eram consumistas. Mas não de roupas, e sim de traquitanas eletrônicas. Agora, começa-se a falar na Geração Z, que engloba os nascidos em meados da década de 80.

A grande nuance dessa geração é zapear. Daí o Z. Em comum, essa juventude muda de um canal para outro na televisão. Vai da internet para o telefone, do telefone para o vídeo e retorna novamente à internet. Também troca de uma visão de mundo para outra, na vida.

Garotas e garotos da Geração Z, em sua maioria, nunca conceberam o planeta sem computador, chats, telefone celular. Por isso, são menos deslumbrados que os da Geração Y com chips e joysticks. Sua maneira de pensar foi influenciada desde o berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia engendrou. Diferentemente de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a televisão, o rádio, o telefone, música e internet. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas. Para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela já na infância. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos.

Enquanto os demais buscam adquirir informação, o desafio que se apresenta à Geração Z é de outra natureza. Ela precisa aprender a selecionar e separar o joio do trigo. E esse desafio não se resolve com um micro veloz. A arma chama-se maturidade. É nisso, dizem os especialistas, que os jovens precisam trabalhar. Como sempre.

fonte:veja online

Quando Deus nos "esquece"

11 Fev

Salmos 66
10 Ó Deus, tu nos puseste à prova, como a prata é provada pelo fogo, assim nos provaste. 11Tu nos deixaste cair numa armadilha e colocaste cargas pesadas nas nossas costas. ¹² Deixaste que os nossos inimigos nos pisassem. Passamos pelo fogo, pela água, mas agoa nos trouxeste para um lugar seguro. 13 Levarei à Tua casa os sacrifícios que devem ser completamente queimados; eute darei o que te prometi. 14 Aquilo que prometi, quando estava em aflição, isso mesmo te darei. […] 18 Mas, se eu tivesse guardado maus pensamentos no coração, o Senhor não teria me ouvido, 19 Porém, Deus de fato me ouviu e respondeu à minha oração. 20 Eu louvo a Deus, porque Ele não deixou de ouvir a minha oração e nunca me negou o seu amor.

Quantas foram as vezes em que quando queremos estar mais pertinho do Senhor, as piores coisas acontecem? Tudo conspira contra nós. E, aos poucos, vai surgindo o desânimo…mas, como bons fihos, ainda temos forças pra orar. Chegamos até pensar que simplesmente Deus se esqueceu de nós. Isto é muito triste, e (in)felizmente todos nós passamos por esta fase.( Eu estava assim, há uns dias atrás…Passnado pelo deserto, Sol escaldante, areia batendo na perna e causando feridas, sem um Rio de Deus pra me banhar e aparentemente sozinha.)

Sabe, quando isso acontece, é como uma virose…(ahuahuahuahua) parece que nuuuunca vai sarar, e você vai ficar mal o resto da vida, mas no “final”, ou no meio do caminho (rs), passa.

Na provação também, parece que você não vai vencer, que não vai acabar, e você continuará no deserto: com sede, machucado e sozinho. (Mas, nunca deixe de orar, tá?) Quando menos esperamos, Papai nos mostra um Rio pra nos lavar, pra limpar todas as feridinhas, e nos leva pro quarto Real (que fica logo atrás da Sala do Trono) te deita naquela cama King Size, que foi feita especialmente pra Ele, pra poder suportar Seu peso e Seu tamanho ( imensos), que são tão grandes quanto o Seu amor por cada um de nós.

E sabe por quê isso acontece? Porquê simplesmente nos “esquecemos” de que Ele ñão se “esqueceu” de nós. Esta palavra “esqueceu” é forte, mas é isso mesmo que o inimigo quer que pensamos, que Ele não se importa mais conosco, que Ele nos abandonou. Meu irmão, nunca se esqueça que Ele tem “todos os movimentos friamente calculados” ahuahauhuaa e que tudo o que Ele te PERMITIR passar, é pra crescimento espiritual. Não guarde maus pensamentos à respeito do Teu Deus, no coração (vers. 18) pra que Ele dê ouvidos às suas orações. E por fim, mostre que sempre esteve alí, no deserto, te sustentando, para que pudesse chegar enfim na Cama Real do nosso Pai.

Viu como Ele é lindo e cuidadoso?
Deus te ama muiiiiiito, e nós também!
Que o Papai esteja te abençoando.
Beijocas,
Gisa Maria.

EVENTO

9 Fev
Posted by Picasa